Paróquia Santa Catarina sedia painel sobre políticas públicas de saúde

Atividade visa conscientizar leigos da Igreja sobre a importância da Campanha da Fraternidade

A Paróquia Santa Catarina irá sediar, na próxima terça-feira, 19 de março, às 20h, o segundo da série de quatro painéis sobre as políticas públicas, temática abordada pela Campanha da Fraternidade 2019. Realizada em parceria com Coordenação de Pastoral da Diocese de Caxias do Sul, a mesa-redonda irá abordar as políticas públicas na saúde.

Este segundo encontro terá a presença do capelão do Hospital Pompéia e coordenador da Pastoral da Saúde da Diocese, padre Claudio Pessoli; o diretor da planejamento do Hospital Pompéia, Gilberto Uebel e a psicóloga Manoela Michelli. A mediação será da jornalista Larissa Rizzon e será realizado junto às salas de catequese da Paróquia, localizadas sobre o salão paroquial.

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Coordenação de Pastoral e Paróquia Santa Catarina promovem painéis sobre políticas públicas

Atividades visam conscientizar leigos das paróquias de Caxias do Sul sobre a importância da Campanha da Fraternidade

A Coordenação de Pastoral da Diocese de Caxias do Sul e a Paróquia Santa Catarina irão promover, nos meses de março e abril, quatro painéis sobre a Campanha da Fraternidade 2019, cuja temática chama à reflexão sobre o acesso às políticas públicas. O primeiro encontro está marcado para a próxima terça-feira, 12 de março, e irá tratar das políticas públicas na superação da violência.

Esta primeira mesa-redonda terá a presença do juiz da justiça restaurativa, Leoberto Brancher; o facilitador de círculos de construção de paz, Alceu Lima; e, o coordenador da Pastoral Carcerária da Diocese de Caxias do Sul, Fernando Marca. A mediação será do jornalista Tales Armiliato. O encontro terá início às 20h, nas salas de catequese da Paróquia Santa Catarina e será a primeira atividade do projeto Círculos da Paz em 2019.

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Paróquia Santa Catarina terá missa com bênção aos idosos e unção dos enfermos

Celebração será realizada na segunda-feira, 11 de fevereiro, na igreja Nossa Senhora da Saúde

A Paróquia Santa Catarina, de Caxias do Sul – RS, está preparando uma celebração especial para Dia do Enfermo, na próxima segunda-feira, 11 de fevereiro. A Missa dos Enfermos está marcada para às 19h, na comunidade Nossa Senhora da Saúde. Na oportunidade, será realizado um momento especial de bênção aos idosos e unção dos enfermos.

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Comunidade festeja devoção à Nossa Senhora da Saúde

Missa festiva e almoço de confraternização serão realizados no domingo, 18

A comunidade Nossa Senhora da Saúde, em Caxias do Sul, irá celebrar a festa de sua padroeira entre os dias 15 e 21 de novembro. Uma programação intensa de celebrações e almoço de confraternização deverá movimentar a centenária comunidade localizada próximo aos Pavilhões da Festa da Uva.

Na quinta-feira, 15 de novembro, às 20h, será celebrada a missa nas intenções dos doentes e idosos. A sexta, 16, terá a récita do Terço dos Homens, a partir das 20h. Mesmo horário do terço vivo com as zeladoras e equipes de liturgia, no sábado, 17 de novembro.

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Comunidade celebra Nossa Senhora da Saúde

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A comunidade Nossa Senhora da Saúde, em Caxias do Sul, irá celebrar a festa de sua padroeira nos dias 19 e 21 de novembro. Na programação estão celebrações e almoço de confraternização. As atividades devem movimentar a centenária comunidade localizada próximo aos Pavilhões da Festa da Uva.

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Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente 2017

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No próximo sábado, 11 de fevereiro, a Igreja celebrará a festa de Nossa Senhora de Lourdes. Na comemoração da Mãe de Deus, somos convidados a vivenciar o Dia Mundial do Doente. É tempo de cuidar da vida, respeitá-la e valorizá-la. O Papa Francisco, em sua mensagem para essa data, escreve sobre a admiração pelas obras maravilhosas de Deus.

Confira a mensagem do Pontífice:

Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)

Queridos irmãos e irmãs,

No próximo dia 11 de fevereiro, celebrar-se-á em toda a Igreja, e de forma particular em Lourdes, a XXV Jornada Mundial do Doente, sob o tema: «Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)». Instituída pelo meu predecessor São João Paulo II em 1992 e celebrada a primeira vez precisamente em Lourdes no dia 11 de fevereiro de 1993, tal Jornada dá ocasião para se prestar especial atenção à condição dos doentes e, mais em geral, a todos os atribulados; ao mesmo tempo convida quem se prodigaliza em seu favor, a começar pelos familiares, profissionais de saúde e voluntários, a dar graças pela vocação recebida do Senhor para acompanhar os irmãos doentes. Além disso, esta recorrência renova, na Igreja, o vigor espiritual para desempenhar sempre da melhor forma a parte fundamental da sua missão que engloba o serviço aos últimos, aos enfermos, aos atribulados, aos excluídos e aos marginalizados (cf. João Paulo II, Motu proprio Dolentium hominum, 11 de fevereiro de 1985, 1). Com certeza, os momentos de oração, as Liturgias Eucarísticas e da Unção dos Enfermos, a interajuda aos doentes e os aprofundamentos bioéticos e teológico-pastorais que se realizarão em Lourdes, naqueles dias, prestarão uma nova e importante contribuição para tal serviço.

Sentindo-me desde agora presente espiritualmente na Gruta de Massabiel, diante da imagem da Virgem Imaculada, em quem o Todo-Poderoso fez maravilhas em prol da redenção da humanidade, desejo manifestar a minha proximidade a todos vós, irmãos e irmãs que viveis a experiência do sofrimento, e às vossas famílias, bem como o meu apreço a quantos, nas mais variadas tarefas de todas as estruturas sanitárias espalhadas pelo mundo, com competência, responsabilidade e dedicação se ocupam das melhoras, cuidados e bem-estar diário de todos vós. Desejo encorajar-vos a todos – doentes, atribulados, médicos, enfermeiros, familiares, voluntários – a olhar Maria, Saúde dos Enfermos, como a garante da ternura de Deus por todo o ser humano e o modelo de abandono à vontade divina; e encorajar-vos também a encontrar sempre na fé, alimentada pela Palavra e os Sacramentos, a força para amar a Deus e aos irmãos mesmo na experiência da doença.

Como Santa Bernadete, estamos sob o olhar de Maria. A jovem humilde de Lourdes conta que a Virgem, por ela designada «a Bela Senhora», a fixava como se olha para uma pessoa. Estas palavras simples descrevem a plenitude dum relacionamento. Bernadete, pobre, analfabeta e doente, sente-se olhada por Maria como pessoa. A Bela Senhora fala-lhe com grande respeito, sem Se pôr a lastimar a sorte dela. Isto lembra-nos que cada doente é e permanece sempre um ser humano, e deve ser tratado como tal. Os doentes, tal como as pessoas com deficiências mesmo muito graves, têm a sua dignidade inalienável e a sua missão própria na vida, não se tornando jamais meros objetos, ainda que às vezes pareçam de todo passivos, mas, na realidade, nunca o são.

Bernardete, depois de estar na Gruta, graças à oração, transforma a sua fragilidade em apoio para os outros; graças ao amor, torna-se capaz de enriquecer o próximo e sobretudo oferece a sua vida pela salvação da humanidade. O fato de a Bela Senhora lhe pedir para rezar pelos pecadores lembra-nos que os doentes, os atribulados não abrigam em si mesmos apenas o desejo de curar, mas também o de viver cristãmente a sua existência, chegando a doá-la como autênticos discípulos missionários de Cristo. A Bernadete, Maria dá a vocação de servir os doentes e chama-a para ser Irmã da Caridade, uma missão que ela traduz numa medida tão elevada que se torna modelo que todo o profissional de saúde pode tomar como referência. Por isso, peçamos à Imaculada Conceição a graça de saber sempre relacionar-nos com o doente como uma pessoa que certamente precisa de ajuda – e, por vezes, até para as coisas mais elementares – mas também é portadora do seu próprio dom que deve partilhar com os outros.

O olhar de Maria, Consoladora dos aflitos, ilumina o rosto da Igreja no seu compromisso diário a favor dos necessitados e dos doentes. Os preciosos frutos desta solicitude da Igreja pelo mundo dos atribulados e doentes são motivo de agradecimento ao Senhor Jesus, que Se fez solidário conosco, obedecendo à vontade do Pai até à morte na cruz, para que a humanidade fosse redimida. A solidariedade de Cristo, Filho de Deus nascido de Maria, é a expressão da onipotência misericordiosa de Deus que se manifesta na nossa vida – sobretudo quando é frágil, está ferida, humilhada, marginalizada, atribulada –, infundindo nela a força da esperança que nos faz levantar e sustenta.

Uma riqueza tão grande de humanidade e de fé não deve ficar perdida, mas sim ajudar-nos a enfrentar as nossas fraquezas humanas e, ao mesmo tempo, os desafios presentes em âmbito sanitário e tecnológico. Por ocasião da Jornada Mundial do Doente, podemos encontrar novo impulso a fim de contribuir para a difusão duma cultura respeitadora da vida, da saúde e do meio ambiente; encontrar um renovado impulso a fim de lutar pelo respeito da integridade e dignidade das pessoas, inclusive mediante uma abordagem correta das questões bioéticas, a tutela dos mais fracos e o cuidado pelo meio ambiente.

Por ocasião da XXV Jornada Mundial do Doente, reitero a minha proximidade feita de oração e encorajamento aos médicos, enfermeiros, voluntários e a todos os homens e mulheres consagrados comprometidos no serviço dos doentes e necessitados; às instituições eclesiais e civis que trabalham nesta área; e às famílias que cuidam amorosamente dos seus membros doentes. A todos, desejo que possam ser sempre sinais jubilosos da presença e do amor de Deus, imitando o testemunho luminoso de tantos amigos e amigas de Deus, dentre os quais recordo São João de Deus e São Camilo de Lélis, Padroeiros dos hospitais e dos profissionais de saúde, e Santa Teresa de Calcutá, missionária da ternura de Deus.

Irmãs e irmãos todos – doentes, profissionais de saúde e voluntários –, elevemos juntos a nossa oração a Maria, para que a sua materna intercessão sustente e acompanhe a nossa fé e nos obtenha de Cristo seu Filho a esperança no caminho da cura e da saúde, o sentido da fraternidade e da responsabilidade, o compromisso pelo desenvolvimento humano integral e a alegria da gratidão sempre que Ele nos maravilha com a sua fidelidade e a sua misericórdia:

Ó Maria, nossa Mãe,
que, em Cristo, acolheis a cada um de nós como filho,
sustentai a expectativa confiante do nosso coração,
socorrei-nos nas nossas enfermidades e tribulações,
guiai-nos para Cristo, vosso filho e nosso irmão,
e ajudai a confiarmo-nos ao Pai que faz maravilhas.

A todos vós, asseguro a minha recordação constante na oração e, de coração, concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 8 de dezembro – Festa da Imaculada Conceição – de 2016.

 

Francisco

A palavra-chave é ‘compaixão’

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O dia 1º de dezembro de cada ano traz uma reflexão acerca de milhares de pessoas que perdem suas vidas a partir dos diversos efeitos causados pelo vírus HIV.  Hoje, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. O preconceito gerado em torno do tema faz com que tais pessoas não sejam assistidas pela sociedade em geral. São, muitas vezes, desprezadas, olhadas de canto, com certo murmúrio, que causa desconforto. “Os portadores do vírus são percebidos com preconceito pela sociedade no geral, pois quem é portador do vírus é visto como um desregrado sexualmente no seu comportamento, um ‘pervertido’”, aponta o padre Norberto Coltro, que atua como tesoureiro da Pastoral da Aids na diocese de Caxias do Sul.

Ainda segundo Norberto, ou padre Beto como é conhecido, os infectados estão em todas as idades, com maior número entre jovens, idosos e os mais pobres. De cada três pessoas contaminadas, duas são mulheres. A cada duas jovens de 13 a 16 anos infectadas, existe um menino portador. A contaminação se dá em 97% por relação sexual e uso de drogas.

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