A palavra-chave é ‘compaixão’

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O dia 1º de dezembro de cada ano traz uma reflexão acerca de milhares de pessoas que perdem suas vidas a partir dos diversos efeitos causados pelo vírus HIV.  Hoje, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. O preconceito gerado em torno do tema faz com que tais pessoas não sejam assistidas pela sociedade em geral. São, muitas vezes, desprezadas, olhadas de canto, com certo murmúrio, que causa desconforto. “Os portadores do vírus são percebidos com preconceito pela sociedade no geral, pois quem é portador do vírus é visto como um desregrado sexualmente no seu comportamento, um ‘pervertido’”, aponta o padre Norberto Coltro, que atua como tesoureiro da Pastoral da Aids na diocese de Caxias do Sul.

Ainda segundo Norberto, ou padre Beto como é conhecido, os infectados estão em todas as idades, com maior número entre jovens, idosos e os mais pobres. De cada três pessoas contaminadas, duas são mulheres. A cada duas jovens de 13 a 16 anos infectadas, existe um menino portador. A contaminação se dá em 97% por relação sexual e uso de drogas.

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