Evangelizar sempre!

discipuloDiante da pergunta: qual a maior preocupação que existe, hoje, em tantas famílias, frente às angustias e necessidades? Atrevo-me a dizer que essa a maior preocupação é “sobreviver”. E em meio a tudo isso, a preocupação com a vivencia da fé também está presente.

Talvez muitos pratiquem um tipo de fé mercantilista, que é vivida nos momentos de necessidade. “Participam” da vida comunitária em alguns momentos ou em determinadas festas litúrgicas. São os chamados “clientes”, como brinca o padre Mário Pedrotti, porque vêm para o Batismo, a Primeira Eucaristia, casamentos ou as missas de 7º e 30º dias de falecimento.

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Comunidade São João Batista celebra padroeiro

Felipe M. Padilha 2.JPGA comunidade São João Batista, localizada no loteamento Altos do Seminário, irá celebrar a festa de seu padroeiro no próximo final de semana. Entre os dias 23 e 25 de junho, estão programadas diversas atividades que incluem celebrações, acendimento da fogueira e almoço de confraternização.

A programação religiosa terá início na sexta-feira 23, às 19h30, com a Santa Missa, seguida do acendimento da fogueira de São João Batista. O ponto alto da festa será no domingo 25, com Missa festiva às 11h, seguida de almoço de confraternização, às 12h15, no salão comunitário. Os ingressos no valor de R$ 40, trazem como cardápio: sopa de agnolini, lesso, churrasco, galeto, massa, maionese, saladas, pão, vinho e café com biscoito. Continue lendo “Comunidade São João Batista celebra padroeiro”

Dia 13 tem Missa Votiva na comunidade Santa Lúcia

Felipe Padilha - RUAH Comunicação 2.JPGA centenária comunidade Santa Lúcia da 9ª Légua, uma das onze que compõem a paróquia Santa Catarina, promove nesta terça-feira, 13 de junho, às 20h, Missa Votiva em honra à padroeira. Como de costume, a celebração conta com a exposição e bênção do Santíssimo Sacramento e reúne mais de 200 pessoas todos os meses.

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Chá para reunir e cuidar

IMG_7757.JPGO verbo zelar é sinônimo de cuidar, portanto, é isso que uma zeladora de capelinhas procura fazer. São homens e mulheres – aliás, o que era uma missão feminina, hoje também conta com a ajuda masculina – que se doam a um grupo de famílias para levar a imagem de Nossa Senhora às mais diversas realidades, numa mesma rua ou quarteirão. Somente no bairro Santa Catarina, são 64 capelinhas do Imaculado Coração de Maria. Nas onze comunidades atendidas pela Paróquia, são 224 pessoas que zelam pelos núcleos familiares a elas confiados.

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Paróquia realiza momento Mariano nos Pavilhões

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Com o lema “Eis aí a tua Mãe”, retirado do evangelho de João, no momento em que Jesus estava no alto da cruz, a diocese de Caxias do Sul se reúne para celebrar Nossa Senhora de Caravaggio. Entre os dias 26 e 28 deste mês, o Santuário de Caravaggio, em Farroupilha, espera receber mais de 150.000 pessoas.

São milhares de caminhantes, que percorrem a “estrada velha”, com os pés descalços, com crianças no colo, ou velas enormes. Cada pessoa tem a sua história, o seu motivo de caminhar. No entanto, um verbo é quase unânime no vocabulário dos romeiros: “agradecer”. O que tem Maria de tão especial para agradecê-la?

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Comunidade da Linha 30 celebra São José

IMG_3233A Comunidade de São José da Linha 30, em Caxias do Sul, está preparando a celebração do seu padroeiro. As festividades em honra ao Patrono da Igreja, pai adotivo de Jesus e chefe da Sagrada Família de Nazaré acontecerão no domingo, 07 de maio.

A programação religiosa se inicia às 10 horas e 30 minutos, quando será celebrada Missa Festiva na Capela São José da Linha 30 e ao meio-dia, será servido o almoço típico italiano no Salão da Comunidade, dando início à programação social.

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Vem aí a II Jornada Estadual de Catequistas

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O Pavilhão 2, do Parque da Festa da Uva, será ocupado por diversos sotaques, rostos e modos diferentes de ser Igreja no domingo, 07 de maio. A diocese de Caxias do Sul irá acolher, nesse dia, a II Jornada Estadual de Catequistas. São esperadas mais de 5.000 pessoas das 18 dioceses gaúchas. O encontro terá início às 9h, com previsão de conclusão às 17h.

Organizado pela Conferência Regional dos Bispos do Brasil (CNBB) Regional Sul 3, o evento quer fortalecer da caminhada da catequese, chamada de Iniciação à Vida Cristã do Rio Grande do Sul, tendo como fonte a Bíblia. “O conteúdo central da catequese busca na Palavra de Deus a experiência do povo a caminho para fazer uma experiência proclamada, vivida, celebrada e testemunhada”, destaca irmã Neli Basso, coordenadora do encontro e do trabalho catequético nas 74 paróquias da diocese de Caxias.

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A vida de quem tem fé

IMG_1646.JPGA vida de uma pessoa que cultiva a fé é diferenciada. Ela é mais leve, mais alegre, é repleta de uma diversidade de cores e sonhos. Não quer dizer que quem cultiva sua fé não encontrará problemas, pelo contrário, talvez as adversidades se façam ainda mais presentes na vida desta pessoa. Mas uma coisa é certa na vida de quem cultiva uma fé consistente, que vai além do crer e se estende ao ser e fazer: há espaço para a esperança, para o recomeço, para o amor, para a bondade, para que os sonhos se tornem possíveis e as dificuldades se tornem valiosos aprendizados, pois a fé dá um verdadeiro sentido para a vida.

Nós, que optamos e professamos a fé cristã católica, somos convidados (as) a participar das celebrações litúrgicas de nossa comunidade ou paróquia, durante esta Semana Santa neste Domingo de Ramos. Por que participar? Para cultivar nossa fé, na qual esta Semana têm profundo significado e grande importância. Nestes próximos sete dias faremos memória à grande misericórdia e amor de Deus para conosco, revivendo a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, Seu Filho e nosso Senhor, que se entregou por nós, nos trazendo a reconciliação de nossos pecados e a graça do Pai em nossas vidas. (Rm 5, 8-11)

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Quaresma, tempo de conversão

lent2.jpgA Quaresma é o tempo litúrgico de conversão, que a Igreja nos proporciona para preparar a grande festa da Páscoa. É tempo para uma profunda reflexão e mudança de vida. É um presente que Deus nos concede através dos momentos celebrativos ao longo deste tempo. Dura 40 dias: tendo início na Quarta-feira de Cinzas, até a tarde da Quinta-feira Santa.

É um tempo privilegiado de conversão, jejum, abstinência, esmola, oração e escuta da Palavra de Deus. A característica fundamental e indispensável da Quaresma é a conversão da vida velha para darmos passos na nova vida nova, vida em Cristo. O mais importante neste tempo é o olhar para nosso íntimo, olhar com coragem para reconhecer que somos um ser em construção e falhos. Um olhar misericordioso, generoso, verdadeiro, sincero. Reconhecer as falhas é o início de uma conversão duradoura. Deus é amor puro, é amigo, é companheiro diário de nossa jornada, é misericórdia.

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Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente 2017

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No próximo sábado, 11 de fevereiro, a Igreja celebrará a festa de Nossa Senhora de Lourdes. Na comemoração da Mãe de Deus, somos convidados a vivenciar o Dia Mundial do Doente. É tempo de cuidar da vida, respeitá-la e valorizá-la. O Papa Francisco, em sua mensagem para essa data, escreve sobre a admiração pelas obras maravilhosas de Deus.

Confira a mensagem do Pontífice:

Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)

Queridos irmãos e irmãs,

No próximo dia 11 de fevereiro, celebrar-se-á em toda a Igreja, e de forma particular em Lourdes, a XXV Jornada Mundial do Doente, sob o tema: «Admiração pelo que Deus faz: “o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49)». Instituída pelo meu predecessor São João Paulo II em 1992 e celebrada a primeira vez precisamente em Lourdes no dia 11 de fevereiro de 1993, tal Jornada dá ocasião para se prestar especial atenção à condição dos doentes e, mais em geral, a todos os atribulados; ao mesmo tempo convida quem se prodigaliza em seu favor, a começar pelos familiares, profissionais de saúde e voluntários, a dar graças pela vocação recebida do Senhor para acompanhar os irmãos doentes. Além disso, esta recorrência renova, na Igreja, o vigor espiritual para desempenhar sempre da melhor forma a parte fundamental da sua missão que engloba o serviço aos últimos, aos enfermos, aos atribulados, aos excluídos e aos marginalizados (cf. João Paulo II, Motu proprio Dolentium hominum, 11 de fevereiro de 1985, 1). Com certeza, os momentos de oração, as Liturgias Eucarísticas e da Unção dos Enfermos, a interajuda aos doentes e os aprofundamentos bioéticos e teológico-pastorais que se realizarão em Lourdes, naqueles dias, prestarão uma nova e importante contribuição para tal serviço.

Sentindo-me desde agora presente espiritualmente na Gruta de Massabiel, diante da imagem da Virgem Imaculada, em quem o Todo-Poderoso fez maravilhas em prol da redenção da humanidade, desejo manifestar a minha proximidade a todos vós, irmãos e irmãs que viveis a experiência do sofrimento, e às vossas famílias, bem como o meu apreço a quantos, nas mais variadas tarefas de todas as estruturas sanitárias espalhadas pelo mundo, com competência, responsabilidade e dedicação se ocupam das melhoras, cuidados e bem-estar diário de todos vós. Desejo encorajar-vos a todos – doentes, atribulados, médicos, enfermeiros, familiares, voluntários – a olhar Maria, Saúde dos Enfermos, como a garante da ternura de Deus por todo o ser humano e o modelo de abandono à vontade divina; e encorajar-vos também a encontrar sempre na fé, alimentada pela Palavra e os Sacramentos, a força para amar a Deus e aos irmãos mesmo na experiência da doença.

Como Santa Bernadete, estamos sob o olhar de Maria. A jovem humilde de Lourdes conta que a Virgem, por ela designada «a Bela Senhora», a fixava como se olha para uma pessoa. Estas palavras simples descrevem a plenitude dum relacionamento. Bernadete, pobre, analfabeta e doente, sente-se olhada por Maria como pessoa. A Bela Senhora fala-lhe com grande respeito, sem Se pôr a lastimar a sorte dela. Isto lembra-nos que cada doente é e permanece sempre um ser humano, e deve ser tratado como tal. Os doentes, tal como as pessoas com deficiências mesmo muito graves, têm a sua dignidade inalienável e a sua missão própria na vida, não se tornando jamais meros objetos, ainda que às vezes pareçam de todo passivos, mas, na realidade, nunca o são.

Bernardete, depois de estar na Gruta, graças à oração, transforma a sua fragilidade em apoio para os outros; graças ao amor, torna-se capaz de enriquecer o próximo e sobretudo oferece a sua vida pela salvação da humanidade. O fato de a Bela Senhora lhe pedir para rezar pelos pecadores lembra-nos que os doentes, os atribulados não abrigam em si mesmos apenas o desejo de curar, mas também o de viver cristãmente a sua existência, chegando a doá-la como autênticos discípulos missionários de Cristo. A Bernadete, Maria dá a vocação de servir os doentes e chama-a para ser Irmã da Caridade, uma missão que ela traduz numa medida tão elevada que se torna modelo que todo o profissional de saúde pode tomar como referência. Por isso, peçamos à Imaculada Conceição a graça de saber sempre relacionar-nos com o doente como uma pessoa que certamente precisa de ajuda – e, por vezes, até para as coisas mais elementares – mas também é portadora do seu próprio dom que deve partilhar com os outros.

O olhar de Maria, Consoladora dos aflitos, ilumina o rosto da Igreja no seu compromisso diário a favor dos necessitados e dos doentes. Os preciosos frutos desta solicitude da Igreja pelo mundo dos atribulados e doentes são motivo de agradecimento ao Senhor Jesus, que Se fez solidário conosco, obedecendo à vontade do Pai até à morte na cruz, para que a humanidade fosse redimida. A solidariedade de Cristo, Filho de Deus nascido de Maria, é a expressão da onipotência misericordiosa de Deus que se manifesta na nossa vida – sobretudo quando é frágil, está ferida, humilhada, marginalizada, atribulada –, infundindo nela a força da esperança que nos faz levantar e sustenta.

Uma riqueza tão grande de humanidade e de fé não deve ficar perdida, mas sim ajudar-nos a enfrentar as nossas fraquezas humanas e, ao mesmo tempo, os desafios presentes em âmbito sanitário e tecnológico. Por ocasião da Jornada Mundial do Doente, podemos encontrar novo impulso a fim de contribuir para a difusão duma cultura respeitadora da vida, da saúde e do meio ambiente; encontrar um renovado impulso a fim de lutar pelo respeito da integridade e dignidade das pessoas, inclusive mediante uma abordagem correta das questões bioéticas, a tutela dos mais fracos e o cuidado pelo meio ambiente.

Por ocasião da XXV Jornada Mundial do Doente, reitero a minha proximidade feita de oração e encorajamento aos médicos, enfermeiros, voluntários e a todos os homens e mulheres consagrados comprometidos no serviço dos doentes e necessitados; às instituições eclesiais e civis que trabalham nesta área; e às famílias que cuidam amorosamente dos seus membros doentes. A todos, desejo que possam ser sempre sinais jubilosos da presença e do amor de Deus, imitando o testemunho luminoso de tantos amigos e amigas de Deus, dentre os quais recordo São João de Deus e São Camilo de Lélis, Padroeiros dos hospitais e dos profissionais de saúde, e Santa Teresa de Calcutá, missionária da ternura de Deus.

Irmãs e irmãos todos – doentes, profissionais de saúde e voluntários –, elevemos juntos a nossa oração a Maria, para que a sua materna intercessão sustente e acompanhe a nossa fé e nos obtenha de Cristo seu Filho a esperança no caminho da cura e da saúde, o sentido da fraternidade e da responsabilidade, o compromisso pelo desenvolvimento humano integral e a alegria da gratidão sempre que Ele nos maravilha com a sua fidelidade e a sua misericórdia:

Ó Maria, nossa Mãe,
que, em Cristo, acolheis a cada um de nós como filho,
sustentai a expectativa confiante do nosso coração,
socorrei-nos nas nossas enfermidades e tribulações,
guiai-nos para Cristo, vosso filho e nosso irmão,
e ajudai a confiarmo-nos ao Pai que faz maravilhas.

A todos vós, asseguro a minha recordação constante na oração e, de coração, concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 8 de dezembro – Festa da Imaculada Conceição – de 2016.

 

Francisco